Sete e-mails viraram um clique

Uma locadora e gestora de frotas trocou cadeias de aprovação que rodavam por e-mail entre cinco ou seis setores, manutenção controlada em planilha e anotação de chat, e demandas de balcão que geravam cem mensagens por dia por um sistema em que venda, reparo e transferência são um registro que anda, e quem precisa agir é avisado no celular.

A entrevista gravada não tem data. O vídeo público foi publicado em fevereiro de 2025. Na época da entrevista a frota era de cerca de 3.500 veículos; o site da empresa hoje informa mais de 4.000. Tudo abaixo descreve a operação como era na época da entrevista.

Uma locadora e gestora de frotas cujos ativos só rendem enquanto andam.

A Citycar aluga veículos e faz gestão de frota terceirizada para empresas. Cada veículo é comprado, segurado, mantido, reparado, movido e no fim vendido. Cada um desses eventos envolve vários setores e quase sempre um terceiro.

Locação de veículos e gestão de frotas

3.500Veículos na frota na época da entrevista
7Pessoas na manutenção, primeiro para cerca de 2.000 veículos e ainda para cerca de 3.500
WhatsAppCanal com aprovadores, clientes e transportadoras; o sistema agora escreve a mensagem
2025Ano em que a gravação pública foi publicada
Cerca de 3.500Veículos na frota na época da entrevista; o site da empresa hoje informa mais de 4.000Responsável pela operação, na entrevista gravada; o site da empresa hoje informa mais de 4.000.
7Pessoas na manutenção, primeiro para cerca de 2.000 veículos e, pelo relato, ainda para cerca de 3.500Entrevista gravada; autodeclarado, sem método.
100 a 120E-mails por dia que o balcão deixou de gerar, pela conta do time: cerca de 30 demandas por dia, de três a cinco mensagens cadaEntrevista gravada; estimativa do próprio time.
7 a 8E-mails que uma venda levava antes de o financeiro poder agir; hoje um cliqueEntrevista gravada; contagem do responsável pela operação.
“Esse processo era muito moroso, demandava muito braço e tinha muito pouco controle. Hoje é todo automatizado, todo rastreável, desde o lançamento da venda até a baixa do ATPV: autorização automática, contrato automático, assinatura automática, financeiro automático.”
Christian Limberger, responsável pela operação da Citycar
Christian LimbergerResponsável pela operação, na entrevista gravada
AntesDepois
  • Venda descrita em e-mail e aprovada na thread
    Venda registrada; o aprovador recebe notificação no WhatsApp e confirma com um clique
  • Jurídico faz o contrato e corre atrás da assinatura
    Contrato gerado automaticamente e enviado para assinatura automaticamente
  • Financeiro confirma por e-mail e depois lança no sistema
    Financeiro avisado automaticamente na confirmação; a autorização do ATPV é gerada quando o pagamento é confirmado
  • Carro reserva pedido por e-mail entre manutenção e logística
    Um clique na tela da manutenção; o pedido é acompanhado até o fim
  • Demandas de balcão por e-mail e memória
    Um kanban que o time do balcão marca conforme cada demanda conclui
  • Manutenção em planilha e nota de chat
    Manutenção como registro com campos obrigatórios, controle de SLA, aprovações e orçamentos de fornecedor dentro do registro
  • Cliente avisado à mão a cada etapa do reparo
    Mensagens de status disparadas automaticamente pela integração de mensageria
  • Orçamento de fornecedor por e-mail
    Pedido de orçamento disparado do registro; orçamento enviado por link público; time avisado na chegada
  • Transferência pedida por mensagem
    Esteira de transferência do pedido à entrega, filtrada por data de entrega e categoria
  • Entrega de veículo sem registro padrão
    Checklist obrigatório com placa, odômetro, combustível, fotos e assinatura em toda movimentação

O que não foi trocado. O WhatsApp continuou como canal; o sistema escreve a mensagem. O sistema de locação e financeiro continuou como registro. Oficinas e transportadoras continuaram terceiros e agora interagem por link e formulário. A aprovação em si continuou sendo decisão humana; o que mudou é onde ela chega e quantos passos leva.

O gargalo era operacional, não comercial

A Citycar aluga veículos e faz gestão de frota terceirizada para empresas. O grupo, de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, começou na revenda de veículos, entrou em locação por uma franquia internacional em 2006 e lançou a bandeira própria de aluguel em 2017, com cerca de mil carros. O negócio principal hoje é locação mensal e gestão de frota para clientes corporativos, com balcão de rent-a-car na matriz e unidades no Sul do país; o site da empresa informa frota de mais de quatro mil veículos e mais de três mil fornecedores cadastrados. Na época da entrevista a frota era de cerca de 3.500.

Frota de locação é um conjunto de ativos que só rende enquanto anda. Cada veículo é comprado, segurado, mantido, reparado depois de avaria, movido entre unidades e clientes, e no fim vendido. Cada um desses eventos envolve vários setores e quase sempre um terceiro: oficina, transportadora, comprador. O número de veículos multiplica cada evento, e um veículo esperando aprovação ou orçamento é um veículo que não rende.

Por isso o gargalo era operacional, não comercial. A empresa crescia a frota. O que faltava era um jeito de a ação de um setor chegar ao próximo sem e-mail, e um jeito de ver onde cada veículo e cada pedido estavam sem perguntar. O resumo do próprio responsável pela operação: o processo era moroso, demandava muito braço e tinha muito pouco controle.

Todo processo dependia de alguém lembrar de mandar a próxima mensagem

“Esse processo era muito moroso, demandava muito braço e tinha muito pouco controle. Hoje é todo automatizado, todo rastreável, desde o lançamento da venda até a baixa do ATPV: autorização automática, contrato automático, assinatura automática, financeiro automático.”

Christian Limberger, Responsável pela operação, na entrevista gravada
Uma venda era uma thread de e-mail por cinco ou seis setores

O vendedor mandava e-mail com valor, forma de pagamento e data de retirada. O gestor aprovava na thread. O jurídico fazia o contrato e colhia assinatura. O financeiro dava o OK na thread, lançava no sistema e emitia a autorização de preenchimento do ATPV. Sete ou oito e-mails, cada um esperando o anterior, e ninguém enxergava onde a venda estava.

Pedido entre setores não tinha casa

Carro reserva ia da manutenção para a logística por e-mail e voltava do mesmo jeito. O balcão tratava cerca de trinta demandas por dia, cada uma com sua troca curta: carro pronto, recebido, retirado. As pessoas esqueciam de marcar o arquivo compartilhado; demanda passava e não era feita.

Manutenção rodava em anotação

Planilha segurava parte. Uma ferramenta de pipeline de vendas segurava o resto, mas sem campo personalizado, então os controles viviam em nota de chat em cada card. O time mandava mensagem à mão para cada cliente a cada etapa. Orçamento de fornecedor vinha por e-mail e esperava um clique.

Transferência era invisível

Levar um veículo até um cliente ou buscar de volta era mensagem para quem cuidava de frete, orçamento por e-mail e nenhuma visão do que estava pendente, orçado ou na estrada.

O padrão: todo processo funcionava, e todo processo dependia de alguém lembrar de mandar a próxima mensagem. Conforme a frota crescia, o número de mensagens crescia junto, e com ele a chance de uma não ser enviada. O diagnóstico da própria empresa foi que o crescimento tinha tornado a versão manual insustentável, e que a solução tinha que começar pelo mapeamento dos processos, porque não adianta automatizar processo que ninguém escreveu.

Item a item, o que fazia cada trabalho antes e o que faz hoje

O que fazia isso antesO que faz hoje
Venda descrita em e-mail e aprovada na threadVenda registrada; o aprovador recebe notificação no WhatsApp e confirma com um clique
Jurídico faz o contrato e corre atrás da assinaturaContrato gerado automaticamente e enviado para assinatura automaticamente
Financeiro confirma por e-mail e depois lança no sistemaFinanceiro avisado automaticamente na confirmação; a autorização do ATPV é gerada quando o pagamento é confirmado
Carro reserva pedido por e-mail entre manutenção e logísticaUm clique na tela da manutenção; o pedido é acompanhado até o fim
Demandas de balcão por e-mail e memóriaUm kanban que o time do balcão marca conforme cada demanda conclui
Manutenção em planilha e nota de chatManutenção como registro com campos obrigatórios, controle de SLA, aprovações e orçamentos de fornecedor dentro do registro
Cliente avisado à mão a cada etapa do reparoMensagens de status disparadas automaticamente pela integração de mensageria
Orçamento de fornecedor por e-mailPedido de orçamento disparado do registro; orçamento enviado por link público; time avisado na chegada
Transferência pedida por mensagemEsteira de transferência do pedido à entrega, filtrada por data de entrega e categoria
Entrega de veículo sem registro padrãoChecklist obrigatório com placa, odômetro, combustível, fotos e assinatura em toda movimentação

O que não foi trocado. O WhatsApp continuou como canal; o sistema escreve a mensagem. O sistema de locação e financeiro continuou como registro. Oficinas e transportadoras continuaram terceiros e agora interagem por link e formulário. A aprovação em si continuou sendo decisão humana; o que mudou é onde ela chega e quantos passos leva.

A cadeia, ponta a ponta, para uma venda de veículo usado

  1. 1
    O vendedor registra a venda com valor, forma de pagamento, data de retirada e comprador

    O sistema não sabe que uma venda foi fechada até uma pessoa dizer.

    Pessoa
  2. 2
    O aprovador recebe no WhatsApp que há uma venda pendente, abre, confere e confirma

    Um clique no celular em vez de procurar uma thread.

    Pessoa, um clique
  3. 3
    O registro vai para confirmado; o financeiro é avisado; o contrato é gerado e enviado para assinatura

    Roteamento, contrato e pedido de assinatura rodam sem outro e-mail.

    Automático
  4. 4
    O comprador assina

    Um terceiro, no documento que o sistema já enviou.

    Externo
  5. 5
    O financeiro confirma o pagamento no registro

    O sistema não sabe que um pagamento entrou até uma pessoa dizer.

    Pessoa
  6. 6
    A autorização do ATPV é gerada e o veículo sai da frota

    A baixa segue a confirmação, não mais uma thread.

    Automático
  7. 7
    Na retirada, comprador ou condutor preenche o checklist: placa, odômetro, combustível, fotos, assinatura

    O sistema não sabe que um carro saiu do pátio até uma pessoa no portão dizer.

    Pessoa
  8. 8
    O checklist fica no registro do veículo para qualquer disputa futura de multa ou avaria

    A empresa pediu um campo de assinatura sob medida para o checklist ficar rápido o bastante; o Jestor construiu em duas semanas.

    Automático

Os elos difíceis são o 1, o 5 e o 7. O sistema não sabe que uma venda foi fechada, que um pagamento entrou ou que um carro saiu do pátio até uma pessoa dizer. O desenho não tira essas pessoas; tira tudo entre elas. O vendedor preenche um registro em vez de escrever um e-mail; o aprovador clica no celular em vez de procurar uma thread; quem está no portão preenche um checklist que precisou de um campo de assinatura sob medida para ficar rápido o bastante, e que o Jestor construiu em duas semanas quando a empresa pediu.

“A gente tinha sete pessoas na manutenção para cuidar de 2.000 carros. Hoje tem as mesmas sete pessoas para cuidar de 3.500. Quando chegar a 5.000, talvez uma ou duas a mais no máximo. É para isso que servem essas automações: menos trabalho manual, e a gente cresce em escala com o mesmo time.”

Christian Limberger, Responsável pela operação, na entrevista gravada

Cada mudança, com a base ao lado

IndicadorResultadoDe onde sai
Aprovação de vendaDe sete ou oito e-mails por cinco ou seis setores para um clique a partir de notificação no celularEntrevista gravada; contagem do responsável pela operação
Comunicação do balcãoCerca de 100 a 120 e-mails por dia que deixaram de ser escritos, pela conta do timeEntrevista gravada; estimativa a partir de cerca de 30 demandas por dia com três a cinco mensagens cada
Headcount de manutençãoSete pessoas para cerca de 2.000 veículos, ainda sete para cerca de 3.500Entrevista gravada; autodeclarado, sem data nem método
Visibilidade da manutençãoDe nota de chat para registro com campos obrigatórios, SLA e tempo parado medido a partir do check-in do cliente na oficinaEntrevista gravada
Controle de entregaDe nenhum registro padrão para checklist obrigatório com fotos e assinatura em toda movimentaçãoEntrevista gravada

Nenhum número medido de tempo ou custo existe. A entrevista dá contas que o time fez de cabeça: e-mails por venda, demandas por dia, pessoas por veículo. Nenhuma foi medida contra linha de base e nenhuma vem com data. Este texto as reporta como estimativas do próprio time e não as converte em horas ou dinheiro.

O número de headcount é a afirmação mais forte e a menos documentada. Sete pessoas para 2.000 carros e sete para 3.500 é um aumento de 75% em veículos por pessoa. É plausível para os processos descritos e é declaração do responsável pela operação; nada na entrevista mostra quando a contagem foi feita nem qual era a carga de manutenção por veículo em cada momento.

"Automático" começa depois do clique. A aprovação é uma pessoa, a confirmação de pagamento é uma pessoa, o checklist é uma pessoa. O que foi automatizado é o roteamento, o contrato, o pedido de assinatura, as notificações e a baixa. A cadeia é rápida porque os passos humanos viraram uma ação cada, não porque sumiram.

A frota não tem data. A entrevista diz cerca de 3.500; o site da empresa diz mais de 4.000 hoje. A entrevista é tratada como anterior e seu número é usado só na comparação de manutenção a que pertence.

O que este case não mede

Vale dizer, porque é o que normalmente aparece inflado.

O relato é da empresa, sem auditoria

Todas as descrições e as duas citações vêm do responsável pela operação e do analista de dados da empresa numa entrevista gravada. Nenhum processo foi observado ou cronometrado de forma independente.

Sem economia unitária

Tempo parado por veículo antes e depois, custo por reparo, tempo de ciclo de aprovação em horas, custo de transferência: nada disso aparece na fonte. O SLA e o tempo parado que o time hoje mede não são reportados.

Todos os números são estimativa do time

E-mails por venda, demandas por dia, headcount por veículo: cada um é uma conta feita em conversa. Onde a aritmética é deles, o texto diz.

A entrevista não tem data e a transcrição é automática

Vários trechos foram reconstruídos pelo contexto, inclusive o sobrenome do segundo entrevistado, que não foi recuperável e não é usado. O tamanho da frota situa a entrevista antes do número atual da empresa. A gravação pública foi publicada em fevereiro de 2025.

Parte da entrevista descreve construção interna

O analista da empresa construiu muitos desses processos na plataforma por conta própria, no modelo de trabalho da época. Hoje o Jestor constrói e mantém o sistema em nome do cliente; esses trechos não são usados como evidência, e a lição de mapear antes que eles contêm é reportada porque vale nos dois modelos.

Sem dado financeiro da empresa

Receita, utilização, veículos por funcionário no total: nada é público e nada é afirmado.

Veículo de locação custa todo dia e só rende no dia em que anda

IndicadorNúmeroFonte
Faturamento das locadoras no Brasil em 2025R$ 61,7 bilhões, alta de 16,6%Abla, Anuário Brasileiro do Setor de Locação de Veículos, março de 2026
Frota total das locadoras no fim de 20251,72 milhão de automóveis e comerciais leves, alta de 6,2%Mesma fonte
Locadoras ativas no paísCerca de 37 mil, alta de 17,7% em um anoMesma fonte
Parcela da frota das locadoras destinada a empresas54%Abla, Anuário 2025, referente a 2024
Receita e depreciação por veículo por mês numa locadora globalUSD 1.530 de receita; USD 273 de depreciação; utilização de 84%Hertz Global Holdings, resultado do terceiro trimestre de 2025
Veículo de locação custa todo dia e só rende no dia em que anda

Depreciação corre com o carro alugado, na oficina ou esperando aprovação. Nos números acima, um dia parado custa cerca de nove dólares de depreciação e deixa de render cerca de cinquenta. Multiplicado por uma frota, os dois pontos de utilização que uma grande operadora ganhou em um ano são a diferença entre prejuízo e lucro.

No Brasil, a frota das locadoras é majoritariamente corporativa, e está crescendo mais rápido que a compra

Mais da metade dos carros vai para empresas, que é o segmento desta locadora. Em 2025 a frota cresceu mais que a compra de veículos novos, com juros altos: as locadoras estão segurando o carro por mais tempo, e carro mais velho é mais manutenção, mais avaria e mais transferência por unidade.

Utilização é número de operação, não de venda

A distância entre "alugado" e "alugável" é feita de reparo esperando orçamento, carro esperando transporte e venda esperando aprovação. Cada um é um processo com uma pessoa e uma mensagem dentro, exatamente o que esta empresa se propôs a encurtar.

O número mais citado dessa conversa é o da plataforma, não o da operadora

As métricas de uma empresa listada são o dado público mais limpo sobre como uma frota rende e perde dinheiro, e são usadas aqui por isso. Descrevem uma frota cem vezes maior que esta, em outro mercado. O tempo parado por veículo da própria locadora é o número para planejar.

O sistema é feito sob medida e a responsabilidade por ele continua nossa

O que acontece no ano dois

O processo antigo da Citycar não era desleixado. Era e-mail, planilha e uma ferramenta de pipeline fazendo um trabalho para o qual não foram feitos, e fazendo bem o bastante até a frota dobrar. A observação da própria empresa foi que uma plataforma pronta se adapta a uns setenta por cento do negócio e o resto nunca encaixa. A pergunta que um sistema sob medida precisa responder é o que acontece no ano dois: um sistema de operação que ninguém pode mexer vira a nova thread de e-mail em três anos, com login.

Um builder sênior, não um chamado

Um construtor toca cada pedido do começo ao fim, com um sempre em execução.

O próximo pedido entra na fila

Um novo fluxo, uma nova automação ou um novo relatório entram pelo mesmo canal, sem virar projeto novo.

Revisões sem contagem

Se o que foi construído não está bom, ele é refeito. Revisões ilimitadas dentro da assinatura.

Usuários ilimitados

Assento nunca é a régua de cobrança, o que importa quando comercial, jurídico, financeiro, manutenção, logística, balcão e cada condutor no portão tocam os mesmos registros.

Ninguém precisa aprender a construir

As pessoas aprendem a usar o app delas como aprendem qualquer app, abrindo. Construir, configurar e manter continua do nosso lado.

Os dados são seus

Exportação completa a qualquer momento, por CSV e API. Conformidade SOC 2, sem taxa de saída. Dá para pausar em um clique e os sistemas continuam rodando.

Metodologia e fontes

Informado pela Citycar

As descrições de antes e depois e as duas citações vêm de uma entrevista gravada com o responsável pela operação e o analista de dados da empresa, usada pela transcrição automática. As citações foram limpas do ruído de transcrição sem alterar o conteúdo. O relato é da própria empresa e não foi auditado. Os trechos em que o analista descreve construir processos por conta própria não foram usados como evidência, por descreverem um modelo de trabalho que o Jestor não oferece mais.

Dados institucionais

Histórico, sede, frota atual e número de fornecedores: site da própria empresa. Frota na época da entrevista: a própria entrevista.

Dados de mercado

Abla, Anuário Brasileiro do Setor de Locação de Veículos, edições 2025 e 2026, conforme divulgadas por Panrotas, InfoMoney e CNN Brasil. Hertz Global Holdings, Inc., resultado do terceiro trimestre de 2025, novembro de 2025.

O que está deliberadamente ausente

Nenhuma hora economizada, custo economizado, redução de tempo parado ou tempo de ciclo de aprovação é afirmado, porque nada foi medido. As contagens de e-mail e a comparação de headcount são reportadas como estimativas do próprio time.

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